Segunda-feira, Agosto 18, 2008
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Faz um tempinho a minha mãe me veio com a história de que encontraram uma sereia na Praia do Tupé,
mas a imagem que eu encontrei foi de algo que eu já havia visto há muito tempo e que eu sabia ser
montagem de um artista querendo se promover.
Quem quiser ver mais sereias montadas, é só procurar aqui e aqui também!
E se quiser lembrar que o Photoshop está aí para fazer as coisas da mídia mais e mais irreais,
saca só esse cara arrumando a mulher dele para ficar mais do seu gosto...
E falando em criaturas lendárias, uma cabocla lá do Egito pariu 7 de uma vez!
Eu estou pensando sério em mudar. Mas eu sempre mudo de volta! Dessa vez eu quero fazer
umas paradas radicais e vou passar a perguntar as coisas só uma vez para as pessoas.
Respondeu, não leu, pau comeu! Vou fazer as coisas mais da minha cabeça que antes e pedir menos opinião.
Falando em propaganda enganosa, saca só que peitinho duro!
Notícias de última hora: Teoria do Caos é uma bichona!!!
Pega leso: Grupo RBD anuncia separação!
Continuamos com esportes que o papai aqui escreveu e que têm como contexto Sydney 2000
Handebol
Cantado em verso desde Homero, o esporte passou de mão em mão. Resgatado por
alemães, reinventado por dinamarqueses e batizado por suecos, ganhou o mundo e virou
olímpico.
“Um deles, curvado para trás, lançou a bola para as nuvens sombrias; então o outro
saltou com força e, primorosamente, apanhou-a, antes que seus pés tocassem o chão.”
Assim Homero descreve, na Odisséia, um lance de urânias, jogado na Grécia Antiga.
Um relevo de 600 a.C. retrata essa cena num muro de Atenas. Mas foi durante a Idade
Média que a diversão se popularizou na Europa, inspirando o poeta Lírico germânico
Walther Von der Vogelweide a cantá-la em verso.
O Handebol ganhou a feição atual em 1897, na Dinamarca, com a criação de regras que
são à base do esporte, a partir de adaptações do raftball, de origem alemã. Em 1910, os
suecos batizaram de handebol a modalidade disputada como parte do treinamento de
inverno de jogadores de futebol. Não tardou, e o jogo ganhou alma própria com a
primeira disputa internacional no dia 3 de setembro de 1925: Alemanha 6, Áustria 3.
Em Berlim-36, os alemães adicionaram o esporte ao programa olímpico – e ficaram
com o ouro. Tratava-se de um handebol de campo, em que dois times de 11 jogadores
se enfrentavam ao ar livre. Depois disso, o jejum durou até Munique – 72, quando ele
reapareceu – com sete jogadores, em quadra coberta. Desde então, a Europa domina o
pódio.
No Brasil, o esporte aportou na década de 30, pelas mãos dos imigrantes alemães de São
Paulo. A seleção brasileira masculina disputou os dois últimos jogos. Em Barcelona-92,
ficou em 12. °, último colocado, e em Atlanta-96 subiu uma posição. A seleção
feminina debutará em Sydney, com vaga garantida pela medalha de ouro no Pan-Americano de Winnipeg – 99.
Hipismo
A simbiose entre cavalo e homens fez nascer um esporte pomposo, em que a rédea do
cavaleiro comanda a corrida, o trote e o salto do animal: questão de adestramento.
O cavalo divide o mesmo hábitat com o homem há milênios. Domesticado, foi usado no
trabalho, no transporte e nos passeios pelos mongóis, persas, egípcios e árabes. Nos
Jogos da Antigüidade, as competições eqüestres eram das mais concorridas pela platéia,
mas os louros adornavam a cabeça do dono e não a do condutor do animal vitorioso.
Xenofonte, historiador e adestrador, teorizou, no século 3° a.C., sobre o treinamento e a
prática da montaria esportiva, com princípios que rechaçam o uso da violência e são
ainda hoje cultuados.
Mas o império da sabedoria grega caiu, e os quadrúpedes passaram a ser tratados a
chicotadas pelos romanos. Na Europa renascentista, nos séculos 15 e 16, foi retomada a
decência nos treinamentos, porém, o objetivo maior ainda era a preparação dos
cavaleiros de guerra. Nos dois séculos seguintes, o adestramento planejado entrou no
ritmo de galope com o nascimento de escolas do ramo, como Versalhes (1680),
Cavalaria de Saumur (1834) e a famosa Espanhola de Viena (1735), para a qual o
mestre francês François de La Guerinère compilou e aprimorou todas as técnicas
conhecidas, quase as mesmas de hoje, em sua obra Escola de Cavalaria.
Em Paris – 1900, o salto – tradicional, em distância e em altura – foi apresentado, sem
valer medalha. Os cavaleiros ainda inclinavam-se para trás na hora de suplantar os
obstáculos. A grande revolução na prova de salto aconteceu 1902, quando o italiano
Frederico Caprilli inventou o forward seat (sentado para a frente). Quase deitado sobre
o pescoço do cavalo, o ginete obtém mais estabilidade e castiga menos seu cavalo
durante os movimentos. A posição se tornou símbolo do hipismo.
O esporte passou a integrar em definitivo o programa olímpico em Estocolmo – 1912,
com três modalidades, disputadas individualmente e por equipe: salto, adestramento e
concurso completo de equitação (CCE). Porém, por muitos anos ficou restrito aos
homens das casernas. O predomínio militar só foi quebrado em Helsinque – 52, quando
se autorizou a participação de civis e de mulheres e o francês Pierre Jonqueres d’Oriola
ganhou a medalha de ouro nos saltos.
Ao Brasil, o cavalo foi trazido para ser explorado na agropecuária e no vaivém dos
primeiros colonizadores portugueses. A espécie adaptou-se melhor no Sul, mas a
primeira competição – o Torneio de Cavalaria – aconteceu em Pernambuco, em abril de
1641, organizada pelo dominador holandês Maurício de Nassau. Todas as provas eram
de carreiras. Duque de Caxias preocupou-se com a criação nacional e importou
garanhões puros-sangues ingleses para melhorar a linhagem de nossos animais. A
equitação acadêmica começou a ser praticada no país a partir do conhecimento de Luiz
Jácome de Abreu de Souza, trazido da Inglaterra em 1863.
Em Atlanta – 96, o Brasil conquistou a primeira medalha no salto, bronze por equipe,
com Rodrigo Pessoa, Álvaro Affonso de Miranda Neto, o Doda, André Johannpeter e
Luis Felipe de Azevedo.
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hoje é só!!
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Sexta-feira, Agosto 15, 2008
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Comecei a ler o tal O Segredo ontem. Acho difícil simplesmente pensar no que
se quer, porque é só me distrair e me pego pensando em como as coisas são
horríveis e em como nada tem sentido e que no fim você morre e, dizem, lá do
outro lado é tudo muito parecido...
Vou me concentrar em me livrar de vez do vazio ou de tratar de preenchê-lo
com sonhos e realizações.
Percebi finalmente que falo demais. É um defeito que eu quero controlar antes
de me tornar professor/pesquisador/pai/homem de verdade!
Ainda não aprendi a enfrentar a vida com coragem e nem a parar de sentir
pena de mim mesmo. Mas já sei que faço isso, que é errado e que me
atrasa, portanto, um dia eu tomo jeito
Ontem percebi que não sou grande amigo de ninguém. Sou no máximo um
cara legal e enquanto eu não me permitir uma vida plena não vou poder ser
aquele amigão de ninguém. Nem dos meus filhos.
Comecei a sair da depressão ontem devido a uma atitude diferente que tomei
pela manhã. E o mais engraçado é que a insônia voltou com força total.
Ainda ontem vi um site que te mostra como vai ser seu filho! Você mistura a sua foto
com a da sua gata e aí um computador com um programa desenvolvido pra isso faz a
mistura. O mais interessante é que quem me conhece sabe que as coisas não funcionam
assim: tenho um filho que tem o físico da família do meu pai, se parece demais comigo
e só tem as orelhas mais ou menos como as da mãe, e outro filho que se parece demais
com a mãe dele, e só com ela... Mas o programa é legal mesmo assim. E como ele não
sabe que a Angelina Jolie é casada, por exemplo, com o Brad, você pode se misturar
com ela (pelo menos por aqui, né?).
Piriguete é expulsa de shopping nos EUA por causa da roupa jitinha, processa o pessoal
de lá e parece que vai ganhar. É o fim do mundo!
Hoje eu assisti aos filmes dois e três da série Matrix com os meninos. Eles ainda não
haviam visto e se passaram. Pena que eu perdi a luta do Neo com os vários Smith, só vi
já quando eles o sobrepujaram e este, o Escohido, se mandava...
Continuamos com os esportes olímpicos! Lembro mais uma vez que esse trabalho que
desenvolvo é baseado nos tempos de Sydney – 2000!
Futebol
Os povos dos quatro cantos do planeta comemoram as glórias de sua seleção a seu
modo. Mas, no momento em que o coração bate mais forte, a palavra é a mesma no
mundo todo: gol!
Quem inventou a pelada? Os ingleses emendam de primeira: “fomos nós”. Que furada!
Os chineses, em 2600 a.C., jogavam um tal kemari, inventado por Yang-tsé: dois times
de oito jogadores, num campo quadrado, chutavam uma bola de couro recheada de
cabelos; os postes eram de bambu e o travessão uma tira de seda. E toca pra frente, que
o rachão dos gregos era o epyskiro, e a bola, de bexiga de boi, subia, subia. No chão, diz
a lenda, ela rolou com os legionários romanos em seu harpastum, e a pelota era o crânio
de suas vítimas postas a escanteio.
À moda romana, os ingleses entraram em campo na Idade Média. Registros esgarçados
de 1050 aludem a um jogo selvagem, em que se brincava de chutar as cabeças
decepadas dos inimigos. No século 12, a pugna acontecia nas ruas de Londres e os gols
tinham a forma de arcos. A porrada corria solta. Em 1369, porém, o rei Eduardo 3º
mandou a turba dar um bico no futebol, substituindo-o pelo arco-e-flecha. Senão,
calabouço. “Desprezível jogador de futebol”, diria outro rei inglês aos súditos uns dois
séculos mais tarde. Era Lear, personagem de Shakespeare.
No século 16 a bola rolou em Florença, uma aldeia contra a outra. A nobreza e o papa
gostaram. A mania se espalhou e invadiu os jardins da França, onde nasceu um futebol
de massa, com uns 500 jogadores de cada lado. Valia até gol de mão. Em 1863, com o
surgimento da inglesa Football Association, as mãos levam um pé: com elas, só o
goleiro. Cinco anos depois, o árbitro foi para a cancha. O travessão e a rede são de
1891. Na virada do século, definiram-se os 11 jogadores, a grande área e, com ela, o
pênalti.
Marinheiros europeus batiam bola ao aportar em nossas praias na segunda metade do
século passado. Há registro de um match britânico no Rio, em 1872, no local onde está
hoje o Hotel Glória. Oficialmente, porém, ele surgiu em 1894, co Charles Miller: de
volta da Inglaterra, o estudante paulistano trouxe duas bolas, chuteiras e as regras na
cabeça.
Disputado desde Atenas – 1896, o futebol olímpico tornou-se o embrião da Copa do
Mundo. A Dinamarca foi a primeira campeã olímpica, mas até Londres – 1908 eram
times, e não seleções, que representavam as nações. Em Paris – 24, os europeus, crentes
que eram bons, levaram um baile de um time de calções pretos e camisetas azuis, que
tocava a bola, armava jogadas e não maltratava a “criança”. Era o Uruguai. Campeão
com classe, ganhou o título de Celeste Olímpica. Bisaram o ouro em Amsterdã – 28,
contra a Argentina, numa final antecipada da Copa do Mundo inaugural, realizada em
1930, no Uruguai, por causa do sucessivo cisplatino. Outra seleção glorificada por causa
do pódio foi a Hungria de 1952.
O Brasil busca o ouro inédito. Já pôs no peito duas de prata – Los Angeles – 84 e Seul –
88 – e uma de bronze, em Atlanta – 96. Nos últimos jogos, além do futebol moleque da
Nigéria, a novidade foi o pontapé inicial do futebol de mulheres, cuja final (EUA, 2 x
China, 1) registrou a maior platéia em eventos olímpicos femininos: 76 mil pessoas. Em
Sydney – 2000, 1,6 milhão de torcedores verão das arquibancadas – e bilhões pela
televisão – o esporte mais popular do planeta despedir-se das Olimpíadas. Pelo menos é
o que se diz.
Ginástica
A ginástica fez a maior ginástica. Migrou das guerras para o culto à saúde física e
espiritual. Hoje, quem não malha é malhado. E a guerra continua.
Mente sã, corpo são. Há milhares de anos, os homens gregos botavam em prática o que
hoje é teoria. As mulheres ficavam em casa, cozinhando, fazendo rendados, em prendas
do lar, que essa era a delas. Eles se reuniam em ginásios, em centros culturais,
apreciavam belas-artes, ouviam boa música, discutiam filosofia profunda e, para
recrear-se, praticavam ginástica. Nus. Platão e Aristóteles cultuavam essa rotina, que
ressaltava a beleza através dos movimentos do corpo.
Os cristãos se benziam ante esse ritual satânico. O imperador romano Teodósio,
apegado à causa da Virgem, acabou com o culto corporal: em 393 d.C., decretou o fim
dos Jogos Olímpicos antigos, em nome de Deus e da moral. Mas o povo, massa
orgiástica e festiva, continuou flexionando-se furtivamente, como sempre faz diante das
tiranias.
A ginástica volta a público nos anos 1500. Com a corda toda. Como teatro de rua.
Imagine a algazarra promovida pelos trainers de então. Para cima, para baixo –
recomendavam os pioneiros à platéia, institucionalizando a malhação que os tempos
modernos transportaram como novidade para a televisão. A humanidade volta e estudar
o tema. E o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau conclui: “o exercício tanto torna o
homem saudável como sábio e justo”. No século 17, desenvolve-se a pedagogia da
ginástica, com o sociólogo inglês sir John Locke e o pedagogo suíço Jean-henri
Pestalozzi. Separa-se, então, a expressão corporal dos exercícios de treinamento de
guerreiros da Antiguidade e ela passa a chamar-se “ginástica olímpica”. Em 1861, em
sua estréia pública, em Berlim, reúne 6 mil pessoas.
O nacionalista alemão Friedrich Ludwig Jahn não perde tempo. Aperfeiçoa e difunde o
esporte NE Europa. Por onde passa mostra os novos equipamentos dos ginastas: o
cavalo com alças, as barras horizontais e paralelas, as vigas de equilíbrio e a corda para
escaladas. Outros alemães fazem o mesmo. No Rio Grande do Sul, os imigrantes
fundam a primeira sociedade de ginástica da América do Sul, em Joinville, em 1858 –
mas a moda não pega, e ainda hoje nossa tradição no esporte é uma solitária argola, um
zero. Na Europa, porém, na década de 1880, proliferam as provas escolares, em clubes e
associações. A ginástica se afirma. E vai aos Jogos de Atenas – 1896 como nasceu: só
para homens. Em 1903, Ambères, na França, hospeda o primeiro mundial e, em
Amsterdã – 28, o preconceito grego com as helenas vai ao solo.
A ginástica rítmica desportiva, modalidade do século passado que incorpora elementos
do balé clássico, é olímpica desde Los Angeles – 84. Suas primeiras disputas
incentivaram a criação de exercícios de fortalecimento muscular, na Europa oriental, e
de desenvolvimento da dança, na Suécia. Em 1963, Budapeste fica boquiaberta com a
atuação da soviética Ludmila Savinkova, num torneio que um mano depois seria
reconhecido como o primeiro mundial da categoria. Até hoje é coisa só de mulheres.
Em Sydney, o trampolim acrobático será um novo palco olímpico. Criação dos índios
comanches americanos, é praticada nos picadeiros circenses há 200 anos como cama
elástica. Supõe-se que o acrobata circense Du Trampolim teve a idéia de usá-la para
tomar impulso. Com ela, no final do século passado, os bons rodopiavam duas ou três
vezes sobre fileiras de elefantes e cavalos. Nos anos 1930, um americano comum,
George Nissen, driblou a maior crise econômica do capitalismo ao criar um protótipo da
cama elástica usada hoje. Com ela, montou um negócio rentável, abrindo-a para a
diversão do povão em troca de alguns centavos de dólar. O ianque certamente não
imaginava que sua invenção passaria a valer ouro. E ainda mais olímpico.
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hoje é só!!
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Quinta-feira, Agosto 14, 2008
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Era mais bonito que isso!
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Hoje aconteceu muita coisa comigo. Coisas ruins seguidas de coisas boas. E vice-versa!
Começou que tive insônia e só dormi perto das 4 da manhã, mas até que fiquei bem
disposto para caminhar depois de comer algo e ir pra aula.
Cheguei muito tarde, mas o professor resolver ser magnânimo comigo e me deu a
presença, dizendo que eu não sou burro e que ele não é inflexível.
Usei um sapato novo, mas ele me roeu a pele que recobre o tendão de Aquiles esquerdo.
Fui ao trabalho direto e acertei com o amigo que leva meus filhos e com a empregada
para que tudo corresse bem na minha ausência, e pude encontrar o livro O Segredo em
cima da minha mesa e pude dar uma olhada nele. Irão me emprestar em breve, mas você
pode baixar o mesmo daqui, além da obra baseada nele, O Segredo Colocado em
Prática.
Fui em casa almoçar, mas a comida estava fria e eu não tinha muito tempo.
Fui à aula e estava com sono, mas consegui várias apostilas e não perdi matéria ou
prova no tempo que me afastei de lá.
Caminhei para fora da faculdade e só tinha dinheiro para comprar um salgado, mas o
vendedor, que nunca me vendeu nada, me deu um pouco de suco de graça.
Vim para o trabalho penosamente e com pressa porque o estagiário iria sair às 17:00
horas, mas no caminho vi nuvens lindas que além de abrandar o calor estavam com o
sol radiando por trás belas luzes em fachos e com aréolas douradas no entorno do vapor.
Cheguei aqui ao trabalho, mas está tudo tranqüilo por hoje.
Continuando com os esportes:
Canoagem
Usada desde a Pré-História para locomoção, a canoa foi aprimorada ao longo dos
tempos, até que no século 19 passou a deslizar em competições esportivas.
O homem embarca em canoa há milhares de anos. Trata-se do meio de transporte mais
antigo que se tem notícia. Mas foi a sua ancestral a tora de madeira, que corria ao sabor
da correnteza dos rios, que iluminou a mente dos carinhas do Neolítico: eles passaram a
montá-la e, assim, a encurtar distâncias. Depois, surgiram canoas e canoas – da clássica
variação canadense, de casca de bétula, aberta, sem deque, usada pelos índios da
América do Norte, ao modelo fechado dos esquimós do Alasca, o caiaque, feito de
ossos de baleia e pele de foca. Hoje, porém, a velha pergunta “com quantos paus se faz
uma canoa?” caiu em desuso na canoagem. Toras de mogno e afins deram vez a
compostos de carbono usados na Fórmula-1. O resultado são barcos mais rígidos e mais
leves, que fluem melhor na água.
O pai da canoagem é o advogado escocês John MacGregor. Ele construiu, nos EUA e
em plena Guerra Civil (1861-1865), a primeira canoa de competição, do tipo caiaque,
batizada de Rob Roy. Com ela, John fez expedições por rios e lagos, resumidas depois
no livro Thousand Miles in the Rob Roy Canoe. De volta a Londres, em 1865, ele
fundou a Royal Canoe Club, que, em três anos, contava com 300 canoeiros. O
“barquinho” ganhou popularidade, criaram-se clubes e competições. Virou esporte.
Nos Jogos Olímpicos de Paris – 1924, a canoagem apenas se mostrou. A inclusão
oficial do esporte ocorreu em 1936 para o masculino e em 1948 para o feminino.
Atualmente, há provas de velocidade e de slalom (em corredeiras). No Brasil, o esporte
é recente – a Confederação é de 1989 –, mas o país já dispõe de 90 associados e de meia
dúzia de bons canoeiros, que remam contra a corrente das dificuldades. Mas imaginar a
primeira medalha olímpica da modalidade em Sydney é embarcar numa canoa furada.
Ciclismo
A bicicleta saiu dos rabiscos de um gênio, passeou nos jardins reais, ganhou as ruas,
alcançou as pistas do mundo e hoje é um dos meios de transporte mais populares da
Terra. A magrela não é mole.
Lá por 2500 a.C., a roda com raios anima um sonho humano: mover-se sem pôr os pés
no chão nem depender de animais. Hieróglifos do reinado do egípcio Ramsés 2° (1298 –
1232 a.C.) remetem a supostos biciclos. Mas o desenho da bicicleta atual é atribuído a
Leonardo da Vinci, em 1492. E o primeiro testemunho dela é de frei Ricius, Jesuíta
italiano. No século 16, de regresso da China, ele fala de uma charrete acionada por
alavancas.
A volta de apresentação da magrela é um passeio de celerífico – trave de madeira com
uma roda em cada ponta –, impulsionado com um dos pés no chão pelo conde de
Civrac, em 1790, nos jardins do Palais Royal. Também em Paris, em 1855, Ernest
Michaux, 14 anos, instala pedais na roda dianteira de um velocípede. Da gambiarra
nasce a primeira fábrica de bicicletas do mundo. E lá vem corrida: o inglês radicado na
França James Moore vence a prova inaugural em 1868 e é agaloado com uma medalha
de ouro por Napoleão 3°. Um ano depois, montado numa bicicleta de rodas de metal e
borracha, James fatura os 123 km da corrida Paris-Rouen e mil francos em ouro.
Surgem a roda livre, que gira sem pedalar, a tração traseira, o pneu e os velódromos. A
bicicleta seduz. Vira transporte, moda, esporte. Esbanja tecnologia. Novos desenhos e
materiais melhoram seu desempenho. Hoje, são mais rápidas do que os carros da virada
do século. Haja coração. O treino físico a que se submetem os ciclistas olímpicos
aumenta a válvula cardíaca deles em até 10%. Fica do tamanho do amor e do dinheiro
que o esporte envolve.
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Quarta-feira, Agosto 13, 2008
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Mais sobre Zumbis! Quadrinho novo na parada: o que aconteceria se os Estados Unidos
parassem de mandar jovens para morrer em combate e resolvessem usar os mortos
como arma de guerra? Zumbis de Destruição em Massa! É disso que se trata
o gibi ZDM.
Continuando com os esportes, vamos postar dois por vez que acho que o interesse nisso
vai morrer logo logo... talvez vocês tenham percebido que falo muito em Sydney aqui, é
que isso é uma compilação de um lance que foi escrito para as olimpíadas de 2000.
Basquetebol
Neve, dois cestos de pêssego, uma bola e a fórmula de um professor fizeram
nascer nos Estados Unidos um dos esportes mais adorados do nosso tempo.
O rigoroso inverno de 1891, no Estado de Massachusetts, Estados Unidos, tinha
enclausurado os jovens do colégio internacional da Associação Cristã de Moços
(ACM), na cidade de Springfield. A neve, que caíra sem parar, cobria todo o pátio, e a
prática de atletismo, natação, futebol e rúgbi estavam suspensas. A escola correu atrás
de uma alternativa para as entediantes aulas de “ginástica”.
O professor James Naismith foi então incumbido pelo diretor Luther Halsey Gullick de
criar um esporte. As exigências da encomenda eram simples: um esporte estimulante,
mas não agressivo, e ideal para o ano todo. Teria, portanto, de servir para ambientes
fechados, no frio, e espaços descobertos, no verão.
Naismith, um canadense de 30 anos, atirou-se no trabalho. Encontrar um jogo original,
diferente dos esportes conhecidos, parecia uma tarefa tão difícil que ele pensou em
desistir. Mas – lance rápido – veio-lhe a idéia de um alvo fixo, alto, difícil de ser
alcançado. Pediu ao zelador duas caixas, com abertura de cerca de oito polegadas
quadradas (60cm2). Recebeu dois velhos cestos usados na colheita de pêssego e pregou-
os a dez pés (3,05m) do chão nas pilastras que havia, uma em cada lado do ginásio. O
novo jogo estava inventado. O dia da graça se perdeu no tempo, mas sabe-se que o
clima já era de Natal, e o primeiro jogo-teste aconteceu ainda em dezembro.
Aprovado pela sisuda diretoria do colégio, a bola foi ao cesto oficialmente pela primeira
vez no dia 11 de março de 1892, no estádio Armony Hill. Os alunos derrotaram os
professores por 5 a 1, diante de um público de 200 pessoas. Como cada cesta valia um
ponto, o árbitro teve de escalar as pilastras seis vezes para repor a bola em jogo – afinal,
os cestos ainda não eram sacos sem fundos.
A exemplos dos alunos, o povo também gostou do sabor do novo esporte e passou a
consumi-lo em cada canto do território americano. E o esporte, criado a portas fechadas,
entrou na linha de montagem rapidinho. Em 1892, a primeira bola específica de
basquete foi crida e começou a ser fabricada para substituir a de futebol até então usada.
No mesmo ano, o aro de metal com rede foi “inventado” e também passou a ser
comercializado.
O basquete se difundia na velocidade da conquista do “Far West” e, feito hambúrguer
com queijo, bacon e muito ketchup, tornou-se gênero de primeira necessidade para os
ianques e produto de exportação bem aceito no resto do mundo. Os 45 anos de idade, a
brincadeira começou a valer ouro nos Jogos de Berlim. Nesse ano de 1936, quintetos do
mundo todo passaram a correr atrás dos Estados Unidos.
No Brasil, a “bola ao cesto” começou a ser jogada em 1896, pelas mãos do professor
norte-americano Auguste Shaw, que viera lecionar no Colégio Mackenzie, em São
Paulo. Nos primórdios, era visto como jogo de moças, pois homem que era homem só
jogava futebol. O charme do esporte, porém, venceu o preconceito e, em 1922, a
Seleção masculina foi convocada pela primeira vez e se sagrou campeã num torneio
disputado coma Argentina e o Uruguai. Nas Olimpíadas, o esporte já nos deu quatro
medalhas – três de bronze no masculino e uma de prata no feminino.
Boxe
Ele é tão antigo quanto o homem. Ao longo da história, a violência no ringue foi
golpeada até abrir a guarda para que a técnica e a inteligência dessem ao esporte o título
de “nobre arte”.
O imortal Pólux brilha no céu ao lado do irmão Cástor, na constelação de Gêmeos. Na
Grécia Antiga, era reverenciado por defender com os punhos seu povo e o ideal da
fraternidade entre os homens. O pugilato, portanto, é atividade trivial desde os tempos
em que os deuses viviam na Terra. Entre nós, mortais, os primeiros registros conhecidos
do esporte datam de 3000 a.C., no Egito, onde os lutadores se enfrentavam para
homenagear o soberano.
Em Olimpíadas, o boxe debutou nos 23os jogos da Era Antiga (688 a.C.), e o primeiro
vencedor foi Onomastos de Esmirna. Outro punho célebre foi o de Diágoras. Ele
triunfou nos ringues de Olímpia (464 a.C.) Como o maior campeão da Antigüidade. Na
época, em vez de luvas, usava-se uma longa tira de couro enrolada nas mãos. O boxe
era um encontro grosseiro, de violência e brutalidade. Lutavam indianos, chineses,
etruscos, coreanos. Entre os contendores houve um Mileto de Crotona, campeão que
consumia dez quilos de carne e seis litros de vinho por dia! O último desportista
coroado com louros, que ganhou a derradeira medalha dos jogos antigos, foi Varazdates
da Armênia, o primeiro bárbaro a ir ao Olimpo, em 385 d.C. No reinado de cristão-novo
Teodósio (379-395 d.C), o boxe foi à lona, proibido pelo imperador, e só se reergueu no
século 15, na Inglaterra, de punhos nus. Daí a ser reconhecido como esporte foram
quase 300 anos – o primeiro campeão oficial, James Figg, de 1719, soltava os braços
sem usar luvas.
As leis do boxe atual sugiram em 1867, com o inglês John Sholto Douglas, o nono
marquês de Queensberry. Ele, com ajuda do boxeador John Graham Chambers,
elaborou as “regras de Queensberry”, que instituíram rounds de 3 minutos de contagem
de 10 segundos para o nocaute. Mas os punhos nus vigoraram nos EUA, até junho de
1889, quando John Sullivan e Jack Kilrain duelaram 2h16min23, nos EUA. Sullivan venceu a luta no 75º assalto.
Em 1896, o barão Pierre de Coubertin ressucitou as Olimpíadas, mas excluiu o boxe do
rol dos esportes nobres. “Há maneiras mais elegantes de um homem mostrar
superioridade sobre o outro”, justificou. O Comitê Olímpico fez-lhe coro e, em
comunicado oficial, qualificou o esporte de “indigno de cavalheiros, perigoso e
praticado pela escória da população”. A popularidade do boxe, porém, levou-o a Saint
Louis – 1904. E à exceção de Estocolmo – 1912 (o esporte era proibido na Suécia),
nunca mais deixou de valer medalhas. Apesar do nariz torcido do barão, a “nobre arte”
tornou-se um dos esportes mais difundidos do planeta.
Os murros olímpicos brasileiros, porém, não têm força. Das 668 medalhas disputadas
desde 1920, quando o país começou a freqüentar os Jogos, ele só ganhou uma – de
bronze, com Servílio de Oliveira, em 68. É que, diante da milenar história do boxe,
estamos só engatinhando – oficialmente o pugilismo nacional começa na década de
1920. Se isso explica, não justifica. E, se justifica, não explica. Por aqui, há gente de
sobra – e com motivos suficientes – para esmurrar o alheio. Nossa escória, se nos
permite o barão, “est notre farce, non notre farce” – é nosso recheio, não nossa farsa. Ó
Cástor, ó Pólux, iluminai nossos pugilistas em Sydney.
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Terça-feira, Agosto 12, 2008
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Como minha vida se resume a de casa para o trabalho e do trabalho para casa,
vou pôr aqui algo sobre algumas modalidades olímpicas que tenho escrito
a mando de um chefe local, um esporte por dia.
Atletismo
Correr, pular, arremessar. Ser o mais veloz, Saltar mais longe, mostrar-se o mais
forte. O ideal do atletismo é o mesmo, desde suas primeiras disputas, na
antigüidade.
Coroebus de Ilia. De armadura e escudo, como todos na pista, ele foi o primeiro
vencedor olímpico ao faturar os 193m da prova de velocidade, a única dos jogos
inaugurais da Grécia Antiga, em 776 a.C Muitos discípulos correram mais do que o
mestre Coroebus. A sabedoria helênica, porém, premiava seus campeões com a aura da
imortalidade: os feitos e marcas eram superados, jamais apagados, Chionis de Olímpia,
campeão do salto em distância em 656 a.C., é um bom exemplo. Se a arqueologia não
se confundiu nos registros erodidos que encontrou, sua marca foi de 7m05. Um recorde
que atravessaria mais de dois milênios de história. Sua coroa de folhas de oliveira
brilharia até nos jogos de Atenas-1896 , quando o norte-americano Ellery Clark
precisou de apenas 6m35 para ganhar a medalha de ouro. Se competisse em Paris-1900
e Saint Louis-1904, o grego subiria ao pódio nas duas vezes – seria bronze e prata.
Chionis é imortal, sim. Ou quase.
Em 708 a.C., o salto era uma das provas do pentatlo original, modalidade criada pelos
sábios gregos para satisfazer a ferocidade dos soldados espartanos – os outros combates,
diziam os brutamontes, eram leves demais, os valentes iam se eliminando pelo salto,
pelo lançamento de dardo, pela corrida e pelo arremesso de disco. Quando restavam
apenas dois atletas, lutavam até que um se exaurisse.
Os vencedores de Olímpia eram vistos como atletas completos e recebiam privilégios
durante toda a vida. E, mesmo mortos, prosseguiam eternizados em versos ou na pedra.
Foi assim com muitos. Um deles até inspirou a mais famosa escultura da Grécia Antiga.
Discobolus – como mais tarde passou a ser chamado – impressionou com seu vigor
físico o artista, e este, com o bronze, toda a humanidade. O disco de Discobolus voou
por séculos e aterrissou na Grécia em 1896, quando foi acolhido nos jogos de Atenas,
ocasião em que se incluíram também os saltos em altura, triplo e com vara, criado na
Irlanda há mais de dois mil anos. Em Sydney, as mulheres arremessarão pela primeira
vez o martelo e saltarão com vara. Assim, lutarão pelas mesmas oito medalhas de
campo do atletismo que os homens. O martelo, que apareceu num quadro do rei inglês
Henrique 8º da primeira metade do século 16, entrou para os jogos em Paris-1900. Oito
anos depois, em Londres, foi a vez do dardo, para conferir quem o manda mis longe.
Em Olímpia vencia o mais preciso – valia a perícia de guerra. Mas, por melhores
guerreiros que se mostrassem os atletas, nenhum venceu Teodósio. Convertido ao
cristianismo para fazer uma média com a igreja, o truculento imperador romano tachou
os jogos de pagões, panteístas e os proibiu. O atletismo só voltou a ser praticado em
competições no século 12, na Inglaterra. Lá, evoluiu até meados do século 19, quando
assumiu a feição atual, especialmente depois que foram construídas as primeiras pistas
universitárias, em 1864, em Cambridge e Oxford. Foram também os ingleses que
projetaram a arena do esporte, com o mesmo traçado de hoje, usado pela primeira vez
em Atenas-1896.
A simbólica modalidade que não cabe no interior de um estádio, a maratona, é a
ponte histórica entre os jogos antigos e os atuais. Em 490 a.C., os gregos derrotaram os
persas numa penosa batalha na planície de maratona. O soldado Feidípedes, melhor
atleta da tropa, foi designado para levar a Atenas a noticia da vitória. E ele correu cerca
de 40 km que o separava da cidade. Ao chegar, informou: “Vencemos”. E caiu morto.
Em sua homenagem, ainda hoje os atletas dão a vida pela missão de concluir a prova, na
qual tentam chegar mais rápido, pular mais alto, ser mais forte. Citius. Altius. Fortius.
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Segunda-feira, Agosto 11, 2008
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Ontem acabou oficialmente o namoro com a Manuella. A Manu é uma menina legal e
dedicada, a família dela gostou de mim e a minha dela, mas não rolou afinidade e a
gente vinha brigando muito. Não vou repetir aqui o que foi que aconteceu para
finalmente me decidir a acabar, basta dizer que já vínhamos percebendo que não estava
legal, mas apesar dela ainda gostar muit de mim, eu foi desgostando dela. É por isso que
eu acho que não era amor o que eu sentia, porque eu gostava muito mas já não me sinto
bem com ela.
Me sinto mal de ter de fazer assim, mas eu sei o que eu não sinto. Realmente acreditava
que gostava dela e sei que ela gosta de mim, mas com o passar do tempo e com as
brigas quase desde de o início, fui perdendo aquela emoção boa de lhe ver, ou a saudade
de ficar longe. Não sei namorar ninguém sem sentir amor verdadeiro, de modo que
achei melhor acabar logo com isso.
Ela estava já bem envolvida, mesmo tendo passado menos de um mês comigo, e eu não
quero que ela se envolva mais ainda, pois ela só vai ter desgosto. Ela precisa de alguém
que goste dela de verdade e quanto antes a gente seguir em frente, melhor.
Vou fazer como eu pensei em fazer antes: vou ficar na minha e procurar melhorar de
tudo o de ruim que ronda a minha cabeça.
Ontem me deram meia pílula de um anti-depressivo para tomar. Não percebi diferença,
mas dormi pesadamente quando o sono veio, sendo que pela manhã eu tive muita
dificuldade para me mover. Não quero depender disso, até porque eu não tenho dinheiro
para manter isso, mas hoje vão me dar um troço mais forte – inteiro – e eu vou tomar
para ver qual é e porque é de graça.
Vou passar um tempo longe de MSN e Orkut só de vez em quando. Fechado para balanço!
Outra coisa: qualquer cara sabe que quando se está comprometido é que as garota te
procuram mais, mas eu estou conhecendo um outro lado disso. Depois que eu botei na
minha cabeça que vou ficar sozinho por uns tempos, algumas meninas já se mostraram
interessadas, mesmo sem saber disso, como se sentissem que eu não quero me envolver
e não posso, porque não estou em condições emocionais de engatar um relacionamento.
Só para vocês entenderem bem o que eu estou falando, vou falar de um lance que
aconteceu enquanto eu escrevia isso no trabalho.
Atendi uma jovem senhora que quis pegar o meu telefone para entrar em contato
comigo sobre natação. Eu expliquei que não havia vagas, mas que ela poderia tentar
pela manhã, pois o horário das 06:00 às 07:00 era pouco procurado e ela poderia
encontrar vagas aí. Dei o papel da Vila explicando que ela tinha de ligar pela manhã,
pois telefonista só neste horário. Ela queria falar comigo, mas aí eu disse que só estava
aqui à noite. Naquele telefone ela nunca me encontraria. Daí seguiu uma conversa meio
estranha...
- Você tem celular?
- Você tem marido?
- Não.
- Então tá, não quero marido me entendendo mal...
Dei o meu número, coisa que faço para qualquer um que me pedir. Ela olhou e passou a
me tratar pelo nome.
- Eu não tenho marido para não ter esse tipo de problema com marido!
- Hum...
- Você tem esposa?
- Eu não. Não tenho não.
- Então eu posso te ligar que não tem problema!
Deu um sorriso e saiu fora. Isso que antes já havia me dito que era universitária e que
trabalhava na SEFAZ (que paga muito bem).
Mas é como eu disse. É mais esperto da minha parte ficar na minha até me resolver.
Mas me diga, quer saber se é neurótico? Responda mentalmente essas perguntas com
‘‘sim’’ ou ‘‘não’’ e vá contando os ‘‘sim’’.
1. Você tem medo de estar sozinho, sair de casa, dirigir um carro ou fazer uma viagem
fora de sua cidade?
2. Você se sente diferente ou ‘‘deslocado’’ quando está com outras pessoas?
3. Você freqüentemente negligencia seus afazeres, dorme muito, sente-se constantemente cansado ou sem energias?
4. Você já tentou o suicídio ou pensou seriamente em cometê-lo?
5. Você precisa de tranqüilizantes ou outras drogas (que alteram a mente) para
atravessar o dia?
6. Você assume mais responsabilidades do que pode? Tem uma atitude de tudo ou
nada?
7. Você vive tenso, incapaz de se relaxar e não consegue dormir?
8. A tensão, a ansiedade e a preocupação afetam seu trabalho?
9. Você sente que outras pessoas não o compreendem ou não compreendem os seus
problemas?
10. Você sente que as outras pessoas ‘‘estão lhe olhando’’ quando você trabalha ou
quando está em público?
11. Você acha que o seu relacionamento está em perigo?
12. Você tem problemas sexuais?
13. Você sente que a vida já não tem ‘‘sentido’’?
14. Você fica tão irado que chega a perder o controle?
15. Você entra em pânico quando está sob tensão?
16. Você vive chorando?
17. Você se sente ‘‘culpado’’?
18. Você sofre de depressão?
Se você respondeu ‘‘sim’’ a qualquer uma das perguntas acima, é possível que você seja
uma pessoa neurótica.
Se você respondeu ‘‘sim’’ a duas perguntas, então é quase certo que você seja uma
pessoa neurótica.
Eu respondi oito ‘‘sim’’, acreditam? Isso é quase 50% do teste e certeza de que sou
doente. Mas estou tentando me arrumar disso tudo o que eu tenho de errado. Daí eu nem
penso muito nisso, mas a verdade é que eu ando fazendo pouco efetivamente e que
tenho de ter motivação sincera.
Pouca gente se dá ao trabalho de realmente falar de si no Orkut, mas eu falei muito,
inclusive nas entrelinhas. Eu disse que Paranoid, do Black Sabbath fala muito de mim,
mas quantos leram isso? Dos que leram, quantos se deram ao trabalho de ir ver a letra
para saber do que eu estou falando?
Mas o negócio é o seguinte; também está escrito lá que eu estou domando a vida, que
gira e dá coices tal e qual touro ensandecido, e que em oito segundos, a vitória será
minha!
Vocês vão ver!
Mais outra coisa: o Dia dos Pais até que foi bom, apesar de tudo. Espero que o de vocês
tenha sido mais ou menos como o meu.
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Sexta-feira, Agosto 08, 2008
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Hoje eu me lembrei de um, CD muito bom que eu tinha e que perdi. Sabe quando um
cara desmemoriado empresta suas coisas para os amigos, que não devolvem nunca,
esperando que você vá atrás? Pois é, aconteceu isso comigo muitas e muitas vezes...
Como eu não encontrei o Cd do Monstros do Rock para baixar, eu fui atrás das músicas
independentemente e encontrei parte delas. Parte eu já tinha e parte eu não encontrei,
mas o que eu quaria agora eu tenho e isso é bom.
Baixei logo o Hair of the Dog inteiro, álbum esse do Nazareth, de 1975. Muito bom!
Baixei mais a Race With The Devil, que eu pensava ser do Girlie Show e descobri que
era do The Gun. Também peguei o Ace of Spades, do Motörhead.
Conversei com a Manu por MSN um pouco, baixei quadrinhos, olhei o Orkut um instante.
Só pude ouvir agora as músicas. Não sei se vocês sabem, mas eu detesto aberturas de
olimpíadas, de Oscar, dessas porras todas, e o Rafael ficou vendo isso no ESPN o que
empatou as crianças de verem o Discovery Kids. Depois que fizeram suas atividades
educacionais, ficam me exigindo atenção e eu ainda tinha a casa para arrumar...
O Nazareth é muito bom!
Eu queria, mais do que o Scorpions ou outra banda internacional, que viesse aqui as
bandas do país todo para um festival como o que vai rolar neste final de semana em
Cuiabá, o Calango. O festival também abriga a Reunião Anual da Abrafin (Associação
Brasileira dos Festivais Independentes) e o Congresso Fora do Eixo. Porra, porque aqui
só rola coisas horríveis como o Manaus Folia?
Veja aqui as estréias da semana! Destaque eterno para o Zé! Repare no que o cara lá do
Omelete escreve em cinza embaixo do ‘‘Cinema - Estréias da Semana’’... Eu estou
realmente empolgado com esse troço, espero poder ver os primeiros filmes um dia.
E a Miss Universo, que posou pelada?
Feliz Dia dos Pais, cambada!
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Quinta-feira, Agosto 07, 2008
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